Amara
O sol da manhã atravessava as janelas largas do quarto, tingindo os lençóis amassados de dourado. Meu corpo ainda doía do prazer e da intensidade da noite anterior. Apolo e Arthur tinham um jeito feroz de me possuir, como se quisessem gravar suas presenças em mim para sempre. E, por mais que eu odiasse admitir, cada toque deles fazia algo dentro de mim estremecer.
Mas naquela manhã, decidi que precisava de ar. Precisava sair daquele quarto sufocante, onde tudo cheirava a eles.
Coloquei u