Nunca aceitei a ideia de ser frágil. Nunca fui aquela garota que esperava ser salva no cavalo branco. Cresci aprendendo a me levantar sozinha, a engolir a dor e a seguir em frente. Por isso, naquela manhã em que o sol mal tocava a copa das árvores, recusei a fantasia que alguns tentavam me impor: a de donzela indefesa. Eu não era um troféu. Eu não era um prêmio. E jamais deixaria que aqueles lobos me transformassem em motivo de escárnio.
Vesti roupas de treino — calça justa, regata e tênis — e