Capítulo 102
Manuela Strondda
O silêncio do corredor ecoava de um jeito estranho.
— Capone! — chamei de novo, a voz um pouco mais aguda. — Capone, vem aqui, menino!
Nada.
Passei pela sala, olhei atrás do sofá, perto da mesinha onde ele costumava deitar quando eu treinava do lado de fora. Nada. Nenhuma bolinha de pelo correndo na minha direção, nenhum latidinho fino, nenhum rabo abanando.
Algo dentro de mim começou a esquentar.
— Mãe! — fui até a cozinha, onde ela picava fruta