O eco do uivo coletivo ainda vibrava na pedra das paredes quando as portas do Salão de Banquetes foram escancaradas.
A transição da solenidade brutal do altar para a celebração foi imediata e avassaladora. O Norte não celebrava com valsas e taças de cristal. Eles celebravam com barris de carvalho cheios de hidromel espesso, travessas colossais de javali e cervo assados, e um calor humano — e lupino — que transformou o castelo de obsidiana numa verdadeira fornalha de vida.
As longas mesas de mad