O amanhecer trouxe consigo uma claridade fria e implacável que atravessou as pesadas cortinas do meu quarto, mas não trouxe arrependimento. Quando abri os olhos, o peso reconfortante do braço de Aedan ainda repousava sobre a minha cintura, prendendo-me contra o peito largo e quente dele. A marca na base do meu pescoço latejava num ritmo compassado, um lembrete físico e eterno de que eu havia sido reivindicada. O meu sangue cantava, a minha loba estava em paz, mas o ar que respirávamos estava de