O som metálico da chave girando na fechadura ecoou pelo quarto como a batida de um martelo decretando uma sentença. O pânico subiu pela minha garganta, sufocando-me. Aedan estava ali, trancando-nos juntos num espaço onde a minha única defesa era uma toalha úmida e a minha sanidade já estava pendurada por um fio.
Ele avançou. Cada passo que ele dava era pesado, predatório, carregado de uma fúria esmagadora que preenchia cada canto do aposento. O cheiro de couro escuro, gelo e uma agressividade l