Dante
Eu não dirigia. Eu voava. A informação veio de uma câmera de trânsito esquecida na zona industrial. Uma van preta entrando num galpão abandonado. Joseph confirmou a placa. Eu não precisava de mais nada. Quando o carro derrapou na entrada do complexo, eu não esperei. Saltei com o fuzil na mão.
Meus homens vinham logo atrás, uma onda de destruição vestida de terno preto.
- Limpem o perímetro! - gritei. - Não deixem nada vivo lá fora!
Avançamos. A resistência foi patética. Três mercenári