98. O Despertar da Esfera
O silêncio do Templo de Velyr era absoluto, exceto pelo som suave do vento que serpenteava entre as colunas quebradas, carregando consigo o odor de pedra molhada e folhas antigas. O céu, visível pelo círculo aberto no teto do santuário, começava a se tingir de cinza, como se o próprio tempo recuasse, hesitante.
Estávamos parados em torno da plataforma de pedra, observando a esfera metálica corroída, ainda pulsando com aquele brilho tênue e irregular, como