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CAPÍTULO 4 🔥

RODRIGO NARRANDO:

Quando finalmente nos separamos, ofegantes, olhei para ela, ainda sentindo o sabor de seus lábios nos meus.

— Desculpa... eu...

— Não peça desculpas — ela disse suavemente, com um sorriso tímido, mas cheio de intensidade. — Eu também queria.

Ela apertou minha mão, e a conexão entre nós ficou ainda mais forte. Sabíamos que, apesar de tudo, estávamos juntos, compartilhando algo mais profundo que a tempestade lá fora. Não era só o perigo que nos aproximava, mas algo que estava crescendo dentro de nós há algum tempo.

— Vai ficar tudo bem — sussurrei, mais para mim do que para ela, enquanto a puxava para mais perto, sentindo a segurança em sua presença.

E novamente me inclinei para tocar seus lábios, com um beijo ardente, intenso, como se estivéssemos esperando por isso desde o momento em que nos conhecemos e agora era difícil de parar. Meu polegar deslizou por sua bochecha, acariciando sua pele, enquanto eu aprofundava o beijo, explorando sua boca com minha língua, os braços dela envolvendo meu pescoço, puxando-me para mais perto.

Nossas mãos começaram a explorar os corpos um do outro. Senti seu coração bater rápido quando minha mão deslizou pela curva de seu pescoço, descendo até seus seios médios, firmes e naturais, por cima da camiseta molhada. Gisele gemeu levemente quando comecei a acariciá-los com delicadeza colocando minha mão por dentro do seu sutiã, com os meus dedos traçando círculos ao redor de seus mamilos, que endureciam ao toque.

Deitei-a gentilmente sobre a cama improvisada e me abaixei, começando a beijar seu pescoço, descendo lentamente até seus seios, abrindo os botões do cropped que ela usava, tirando seu sutiã. Minha língua desenhou círculos ao redor dos mamilos rosados antes de sugá-los levemente, provocando mais gemidos de prazer de Gisele.

— Você é tão linda, Gisele — sussurrei, olhando em seus olhos, que brilhavam de desejo.

Ela respondeu com um sorriso tĂ­mido, mas cheio de expectativa.

Minhas mãos continuaram a explorar seu corpo, descendo por sua cintura e quadris, até que finalmente cheguei entre suas coxas por cima do shorts que ela usava. Seus gemidos ficaram mais intensos à medida que eu acariciava suavemente sua intimidade, sentindo sua excitação aumentar.

Inclinei-me, beijando suavemente seu pescoço, e desci pelos seus ombros, deixando um rastro de beijos ternos e demorados, desabotoei abaixando seu shorts, beijando sua barriga, exibindo a calcinha preta que ela usava.

— Você tem o corpo tão perfeito — sussurrei deslizando meu polegar por cima do tecido da sua calcinha, segurando seus seios fechando em minha mão

Ela suspirou,com seus olhos fechando-se por um momento, enquanto eu a envolvia com delicadeza, comecei a baixar sua calcinha, para ter a visão de sua xota carnuda, sem nenhum pêlo, o que me deixou com água na boca.

Comecei a beijar sua virilha, até deslizar minha língua por toda a extensão dos seus lábios, pressionei suas pernas para cima, a fazendo se abrir mais pra mim, ela me olhava com curiosidade mordendo o lábio inferior, e gemeu baixinho quando suguei seu clitóris levemente.

Ela tinha um gosto tão delicioso! Que usei minha língua em movimentos circulares, afundando mais o meu rosto em sua b0cet@ e aumentando meu ritmo, até ver Gisele jogar a cabeça levemente para trás rebolando lentamente na minha boca.

Usei meu dedo indicador para tocar em seu ponto g, ao mesmo tempo que usava minha língua, ela era tão apertada que não consegui colocar dois dedos dentro dela, mas fiquei esfregando seu clitórios auxiliando com minha língua freneticamente, até ela estremecer, gemendo baixinho, gozando seu líquido que me deixou completamente enlouquecido.

— Porra, que boceta deliciosa! — eu rosnei olhando para ela que estava ofegante, e se ajeitou puxando minha camisa pra cima

Gisele abaixou o olhar rapidamente pelo meu corpo, o que me fez sorrir com malícia, eu tirei minha bermuda, a cueca, não tinha camisinha, mas nada ia me impedir de ter relações com essa ninfeta

Deitamos juntos, nossos corpos nus, e o calor de sua pele contra a minha fez o desejo aumentar, mas também trouxe um sentimento de proteção que eu desconhecia, fiquei por cima, sentindo meu mastro tocar sua intimidade, deslizando com facilidade em sua pele molhada, ela colocou os joelhos apoiados em minha cintura, deslizava as mãos pelas minhas costas e quando a beijei percebi que ela parecia ter um certo nojo de início, mas logo se acostumou com seu próprio gosto.

Comecei a pressionar na entrada da sua xota, o meu p@u estava tão duro que chegava a latejar, e despejava um líquido que se misturava com o dela, deslizando mais, porém encontrei uma resistência maior do que eu esperava, tão apertada como se nunca tivesse feito

Olhei para Gisele, surpreso.

— Você é virgem? — perguntei, com a voz embargada pela surpresa e pelo desejo.

Ela me olhou nos olhos, respirando pesadamente.

— Sim, mas eu quero isso, Rodrigo.

— Você tem certeza? Podemos parar por aqui — Eu disse sem querer fazer nenhuma pressão sobre ela

— Continue, eu só não sei como fazer — Ela disse com uma sinceridade que fez meu cacete pulsar

Eu hesitei por um momento, mas o desejo em seus olhos me fez seguir adiante, voltei a beijar seu pescoço sentindo seu cheiro maravilhoso.

— Vou ser gentil, mas se você quiser parar, é só me falar e eu paro — sussurrei, beijando-a com ternura no lóbulo de sua orelha sentindo seu corpo arrepiar a cada toque

Ela gemeu mais alto o que me fez a puxar para um beijo intenso, e tocar em seus seios

Movi-me com mais cuidado, sentindo a barreira ceder lentamente enquanto ela gemia de prazer e dor misturados.

— Tão apertada! Puta que pariu! Que delícia! — rosnei

O tecido do couro da pele dela apertava meu cacete quase o estrangulando, demorei um pouco para entrar por completo, meu tamanho um pouco grande demais, no começo parecia desconfortável, então a beijei puxando sua atenção para mim, até enterrar e me movimentar devagar.

Escutar os gemidos dela entre nossos beijos, me fazia querer ir mais fundo, mais forte, mas não queria a machucar, então fui aumentando os ritmos aos poucos, até perder o controle por um momento, a segurei pela nuca, forçando seus olhos a encararem os meus, enquanto metia mais fundo, sentindo seu útero tocar a cabeça do meu p@u, aquela ninfeta era uma perdição!

Ela começou a se mover junto comigo, com suas unhas cravadas em meus braços, eu segurava sua nuca, mordiscava, e chupava seu pescoço, enquanto nos movíamos juntos, a intensidade do momento nos envolvia completamente.

— Caralh0! Você é tão gostosa!

Cada toque, cada beijo, parecia acender um fogo mais forte entre nĂłs. Sentir seu corpo responder ao meu, ver o prazer em seu rosto, tudo isso aumentava ainda mais a conexĂŁo entre nĂłs.

— Você não tem noção do quanto é linda recebendo prazer! — murmurei, acelerando o ritmo.

Seus gemidos ficaram mais altos, acompanhando meus movimentos. Eu podia sentir o clĂ­max se aproximando, tanto o dela quanto o meu, e isso apenas nos impulsionava mais.

Quando finalmente chegamos ao ápice, foi como uma explosão de prazer que nos envolveu completamente. Ela gritou meu nome, e eu a segurei firme, sentindo nossos corpos se fundirem em um só. Depois, ficamos ali, ofegantes e satisfeitos, desfrutando do calor do momento.

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