No dia seguinte, mesmo com o corpo dolorido, consigo disfarçar para os meus filhos e os deixo arrumados para irem à escola. Meu ombro ainda arde, uma lembrança do que aconteceu na noite anterior, mas mantenho a postura ereta e disfarço o melhor que posso para não preocupar os meus filhos.
No portão da escola, me ajoelho para dar um último abraço neles, e é então que Elowen, com sua vozinha tímida, quebra o silêncio. Ela olha para mim com um brilho de esperança nos olhos, o dedinho pequeno traçan