Julian e eu saímos do mar com a pele brilhando e os pulmões cheios de ar puro. Ele me guiava com uma mão firme na minha cintura, ainda exalando aquela energia rústica que me despertou na areia. Ao subirmos para a varanda, o aroma do café fresco e de pães recém-saídos do forno nos envolveu como um abraço.
Heitor nos esperava com um sorriso calmo, mas seus olhos queimavam de orgulho ao me ver. Ele sabia que, naquela noite e naquela manhã, eu tinha ido além de qualquer limite.
— Venha aqui, Lena — Heitor disse, puxando a cadeira principal para mim. — vice já fez de demais por nós dois. Agora é a nossa vez.
Eu me sentei, sentindo cada músculo do meu corpo pesar de uma forma deliciosa. Eu estava exausta, mas era a exaustão da vitória. Afinal, eu tinha passado a noite inteira — e as primeiras horas do sol — ensinando a eles o que era o verdadeiro prazer, conduzindo cada toque e cada gemido como se eu tivesse nascido para aquilo.
Eles se tornaram meus servos naquele banquete. Julian sentou-s