Respiro fundo — e o ar parece mais denso, mais presente, como se cada molécula carregasse um significado oculto. Meu peito se expande com uma calma que não é ausência de medo, mas a presença plena de algo novo: confiança.
Sinto o sangue correr sob a pele com ritmo firme, quase ritmado ao da Kira. Como se nossos corações ecoassem no mesmo compasso, batendo em uníssono. Não sou apenas espectadora das lembranças dela — parte de mim é o que ela foi. O que ela é.
E isso me transforma.
Meu olhar se