O restaurante escolhido por Xiaomei tem vista para as luzes pulsantes de Manaus, como um coração cibernético batendo no caos noturno. O ambiente é de penumbra quente, com velas elétricas em cúpulas de vidro, projetando sombras que dançam sob as mesas. O som abafado e ritmado de “Locomotive Breath” preenche o ar — o dedilhar da guitarra e o sopro agressivo da flauta parecem acompanhar o fluxo dos pensamentos como uma locomotiva sem freios.
Estamos sentadas em um canto reservado. Xiaomei chama at