Léo
O silêncio do apartamento parecia mais sufocante do que nunca. Mariana havia saído há pouco, deixando para trás apenas o eco das palavras que ela nunca deveria ter dito. Meu peito ainda estava pesado, e minha mente rodava em círculos, revivendo aquela discussão, trazendo à tona a culpa que eu tentava enterrar.
Andei até o bar no canto da sala e peguei uma garrafa de uísque. Girei-a entre os dedos, observando o líquido âmbar brilhar sob a luz fraca do abajur. Por um instante, considerei bebe