Havia marcado para tomar um café da tarde com Laura e pensou que seria melhor na casa de Arthur, pois tinha algo particular a dizer.
Novamente, quando a campainha tocou, ela estava nervosa e suas mãos suavam; precisou se controlar para não demonstrar isso à amiga, que a conhecia bem.
Laura entrou e a puxou para um abraço. Antes de fecharem a porta, acenou para um dos seguranças que a havia acompanhado até ali.
— Amiga, é cada homem lindo! Não sei como você consegue resistir a conviver com el