— Mas, se em algum momento acreditar que corre perigo ou precisar de ajuda, não pense duas vezes, pode me procurar — ele estendeu um cartão com seu nome, número de telefone pessoal e e-mail. — Arthur Visconti... esse nome combina perfeitamente com você.Ela sorriu. — Obrigada, Arthur, você está sendo muito gentil. — Vamos, você deve estar exausta. Vou te mostrar o seu quarto; pode tomar um banho para relaxar, se quiser.Ao subir as escadas, no corredor, havia algumas fotos de família. Arthur aparecia sorridente, com um olhar muito diferente do semblante triste que carregava agora. — Essa é sua irmã? — Esmeralda perguntou curiosa, observando a menina de olhos azuis e cabelos escuros. — Sim.Em outra foto havia um casal que Esmeralda presumiu ser os pais de Arthur. Eram uma família linda. — Ela se parece muito com a sua mãe — Esmeralda sorriu, observando a foto da irmã dele já adulta ao lado da mãe.Arthur parou no corredor; sua postura mudou e o olhar, que antes estava mais sere
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