— Está tudo bem — Arthur a tranquilizou e voltou a comer.
Esmeralda o impediu, tirando o prato de sua frente.
— Não precisa comer só para me agradar.
Arthur não reclamou; apenas sorriu e levou a xícara de café à boca.
— Só não estraguei o café porque a máquina fez tudo sozinha — disse ela, suspirando e deixando os ombros caírem.
Arthur se levantou, aproximou-se e segurou delicadamente seu queixo, fazendo com que seus olhos se encontrassem.
— Obrigada pelo café da manhã — murmurou, beijando