Leonard Reed se esfregava as mãos, nervoso. Estava impecável, muito elegante e pulcro. Deanna o observava de esguelha e se lhe desenhavam sorrisos ao lhe ver as expressões.
«Estás nervoso?»
«Não…»
«Mentiroso»
«Bom… um pouco talvez»
«Estás muito bonito»
«Verdade?»
Nunca falhava a apelar ao ego. Se observou uma vez mais no espelho a se dar retoques, a se acomodar o casaco e a flor da sua casa de botão. Se lhe fazia longa a espera, mas entre os nervos também se lhe assomava algo estranho: um senti