Thalia.
Abri os olhos e fui presenteada pela claridade presente no quarto. Remexi-me na cama e me pus mais confortável. Estava sozinha, mas logo a porta se abriu e Marcelo passou por ela. Meu sorriso se tornou largo e percebi ali o quanto sentia sua falta. Parecia que havia me tornado dependente dele, e isso não era bom.
— Está melhor? — Ele se aproximou e tocou minha mão.
— Sim. Sem dor de cabeça ou enjoo.
— Que bom. A doutora Andreia veio vê-la, mas como estava dormindo, ela não quis te acord