Diogo Lima
Apertei os punhos com força enquanto caminhava até o carro de Coiote, meu coração batendo rápido, mas não de nervosismo. Eu estava irritado. A pirralha era mais teimosa do que eu imaginava.
Jhulietta podia ser minha filha, mas tinha o dom de me tirar do sério.
Abri a porta do carro e entrei, batendo-a com força. Coiote, ao volante, me olhou com um sorriso torto, já acostumado com meu mau humor.
— E aí, como foi? — perguntou ele, acendendo um cigarro e tragando com calma.
Pass