Ergui as mãos, sentindo a energia se acender na ponta dos dedos. Desenhei no ar runas flamejantes. O selo da luxúria invertida, o sigilo da inveja, o glifo da dor eterna.
As runas arderam em chamas púrpuras antes de se projetarem como ganchos cortantes em direção ao caldeirão. Uma onde de expansão de poder ecoou nas paredes forradas de pergaminhos proibidos. O caldeirão latejou, e uma névoa negra subiu, envolvendo-nos. Senti o feitiço enraizar-se na minha própria carne. Um frio atroz, como as l