A escuridão ao meu redor se dissipava lentamente. O calor do corpo dele, o som distante da respiração profunda… tudo se dissolvia como fumaça levada pelo vento.
Meus olhos se abriram.
O teto da câmara de banho estava acima de mim. O vidro transparente mostrando a imensidão da noite, salpicada de estrelas. O mármore antigo, reluzente sob a luz suave dos candelabros acesos. Ainda estava na banheira, e a água quente agora parecia morna. Uma brisa entrava pelas portas abertas do observatório da cúp