O grito sai rasgado da minha garganta antes que eu possa contê-lo. Ele ecoa pelo vale como o urro de uma fera ferida, reverberando pelas árvores, atingindo a água do rio como um açoite de dor.
Estou de joelhos na margem, com as mãos afundadas na terra molhada, e choro. Choro como nunca chorei antes.
Meu corpo inteiro se curva sob o peso de um sofrimento que não cabe mais dentro de mim. Cyrus. Meu companheiro. Meu destino. E, ainda assim, aquele que ousou me rejeitar.
— Por quê? — grito entre