A fenda mais estreita na tampa, projetou apenas uma linha de luz prateada sobre o assoalho de aço. Não havia fenda para Laha adentrar naquele corpo. Eu me debati, as mãos chocando-se contra as barras enfeitiçadas. Cada golpe reverberava um choque que atravessava a minha mente. Sentia minha energia escoar, senti a sede faminta daquela escuridão que me sugava toda vitalidade.
— Laha! — meu grito partiu em farrapos de desespero. — Laha, eu preciso de você!
As vozes do campo de massacre inundaram-m