Eu não sou exatamente o tipo de cara que acorda num domingo e pensa: “Uau, hoje é um ótimo dia para enfrentar um shopping lotado.”
Mas quando Stella sorriu para mim na mesa do café, com a mão sobre a barriga ainda discreta, e Alice começou a cantar uma música improvisada sobre “o bebê que gosta de chocolate e balé”, eu sabia que não tinha escapatória.
E, sinceramente?
Eu queria aquilo.
Aquele caos doce.
Aquela bagunça de família crescendo.
Aquela sensação de pertencer a algo que vai durar.
O sh