Eu nunca tinha visto um céu tão azul escuro e tão cheio de estrelas quanto aquele da Toscana. Era como se o mundo inteiro tivesse diminuído de tamanho e, pela primeira vez em anos, eu não me sentia perdida nele. Sinto o vento frio roçar meu rosto quando descemos os últimos degraus de pedra da casa principal, onde a varanda se abre para o vasto gramado iluminado por lâmpadas penduradas entre as árvores.
As conversas na mesa redonda ao lado da piscina ficam mais altas; risos explodem no ar, copos