14.
O céu ainda era escuro quando Lilly despertou. A luz tênue da manhã filtrava-se pelas cortinas de seu quarto, mas ela já estava desperta há algum tempo, os olhos abertos, encarando o teto. A ligação da noite anterior ainda ecoava em sua mente. Cada palavra, cada tom de voz do outro lado da linha havia deixado uma marca. Sua mãe estava desesperada — as dívidas estavam se acumulando, e o seguro de vida do pai, inexistente, não aliviaria a situação.
Lilly se sentia como um nó mal amarrado: presa e