O ar da madrugada entrava suavemente pelas frestas da persiana, pintando partes do aposento com a luz amarelada dos postes. Juliana abriu os olhos devagar, o corpo ainda pesado de sono — e do excesso de atividade.
Uau.
Ela virou a cabeça no travesseiro. Ali ao lado, Daniel dormia profundamente, os traços perfeitos relaxados, a respiração lenta e constante. Tinha sido carregada para a cama em algum ponto da noite. A luz da rua iluminava fracamente os ombros nus do homem deitado, a linha forte da