— Em vez de desaparecer, descanse aqui, vem, vem — guiei-o para que repousasse sua cabeça nas minhas pernas. A partir daí acariciei seu cabelo rebelde — Está se sentindo melhor?
— Me sinto patético. Não sou seu gato — reclamou. Contive meu riso e fiquei séria.
— Aconteça o que acontecer, estou aqui com você. Você não está sozinho. Estamos juntos, sempre estaremos...
Mais silêncio de sua parte, por isso me dediquei a pentear seu cabelo para acalmá-lo. Apenas isso.
— Sara... — ouvi-o sussurrar.
—