— Mataram? Ele não se suicidou? Você admite? — pergunto com a voz embargada.
— Foi uma ameaça, essa gente é perigosa. Eu não... eu não...
— E você não chegou a pensar que poderia ser eu quem encontrariam morta se tivesse aceitado suas ações, pai? — pergunto com o coração completamente partido.
Sergio me olha da mesma maneira. Não sei se acredito nele ou se tenho pena. Veja onde a ambição e a sede de poder o levaram. Até este ponto em que me envergonha tê-lo como pai.
— Nunca acreditei que fossem