Três dias se passaram, e pela primeira vez desde que chegamos ao hospital, o som constante dos monitores não me soava ameaçador. Era quase reconfortante. Cori estava melhor, a febre cedeu de vez, e aquele brilho nos olhos dela finalmente tinha voltado.
A manhã estava ensolarada, com o tipo de luz que parece atravessar as janelas e pintar tudo com uma camada de otimismo falso, mas bem-vindo. Eu ainda estava exausta, física e emocionalmente, mas havia um alívio palpável em cada passo que dava