O clube estava tomado por vozes infantis, risadas agudas, balões flutuando e o cheiro doce de bolo recém-chegado. A festa da Cori parecia saída de um sonho: fadas penduradas nos galhos, flores em tons pastéis, brilhos sutis espalhados nas mesas, como se realmente houvesse magia no ar. Lucile e Russ tinham se superado, e eu sabia que nenhum detalhe tinha sido poupado. Era o tipo de festa que qualquer criança de três anos lembraria por toda a vida, mesmo que só pelas fotos.
Cori corria de um