Quando o anoitecer caiu, Cecília estava parada no quarto que lhe pertenceria a partir daquele dia em diante. Ela colou a testa no vidro da janela, e seus olhos absorveram o céu estrelado e iluminado pela lua cheia. Na paisagem à sua frente, a vasta expansão de terras e árvores era uma muralha de escuridão silenciosa. Cecília soltou o ar que vinha prendendo, a respiração profunda era um esforço consciente para desatar o nó de ansiedade que apertava seu peito. "O cheiro daqui é diferente," murmur