49. Não ouse me deixar
Eu estava fria. Sentia-me assim. A cabeça doía e uma luz parecia querer me cegar. Abro os olhos devagar, estava tão claro que fechei as pálpebras rapidamente e quando me acostumei, fui as abrindo de novo. Um pouquinho de cada vez.
Me encontrava no sofá da sala. Mexo de leve os dedos para saber se não estou sem uma das mãos, porém, as duas funcionavam muito bem. Viro a cabeça, tendo uma visão mais ampla e até surpreendente, mas estava sem forças para demonstrar.
Lucca segurava minha mã