49. Não ouse me deixar

Eu estava fria. Sentia-me assim. A cabeça doía e uma luz parecia querer me cegar. Abro os olhos devagar, estava tão claro que fechei as pálpebras rapidamente e quando me acostumei, fui as abrindo de novo. Um pouquinho de cada vez.

Me encontrava no sofá da sala. Mexo de leve os dedos para saber se não estou sem uma das mãos, porém, as duas funcionavam muito bem. Viro a cabeça, tendo uma visão mais ampla e até surpreendente, mas estava sem forças para demonstrar.

Lucca segurava minha mão boa com suas duas mãos, sua cabeça estava apoiada na ponta do sofá e o corpo no chão. Quando a ficha cai, estou nua, com uma coberta pesada tampando minhas partes comprometedoras. Olho para o outro lado. Meu pulso está enfaixado, incluindo os dedos. Tinha fitas grossas prendendo as gases e os esparadrapos, não sentia o braço, só a ponta dos dedos.

Minha cabeça não parava de doer e tinia fortemente. Tento me levantar, devagar, tanto para não sentir dor quanto para não acordar Lucca. Retiro min
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