— Clarinha... — Asher chamou com a voz suave, quebrando o silêncio que preenchia o ambiente.
— Hm? — Clarice respondeu baixinho, com um tom cheio de ternura. Até mesmo seu olhar refletia essa doçura.
Asher estendeu a mão e, com delicadeza, ergueu o queixo dela.
— Clarinha, pode ser hoje? — Perguntou ele, enquanto seus olhos, cheios de afeto e cuidado, a envolviam.
Clarice ficou um pouco surpresa. Desviou o olhar e mordeu os lábios, hesitante.
Nos últimos três anos, Asher esteve sempre