Gabriel não precisou dizer nada; eu sabia o que fazer. Permaneci no quarto com Sofia. Ajudei-a a tomar banho, servi o jantar ali mesmo, e depois a acompanhei enquanto escovava os dentes no pequeno banheiro ao lado. Brincamos juntas, rindo de coisas simples, tentei criar um mundo só nosso, um refúgio temporário em meio ao caos lá fora, para evitar que ela ficasse triste.
Mas depois de um tempo, percebi que eu não conseguia decifrar as emoções de Sofia. Sei que estava chateada pelo pa