Sofia lançou um último olhar para o espelho, examinando o reflexo com atenção, antes de sorrir, como se estivesse satisfeita com o meu trabalho ao pentear seu cabelo. Em seguida, deitou-se na cama sem reclamar. Dei um beijo em sua testa, ajeitando os lençóis ao redor do seu pequeno corpo.
— Boa noite, Celina — murmurou, a voz arrastada pelo sono.
— Boa noite, Sofia — respondi, tentando transmitir toda a calma que ela parecia precisar.
Enquanto apagava a luz e fechava a