Dois anos depois.
A casa continuava sendo um caos arquitetônico com alma. Meia parede descascada, sofá manchado de suco de uva e cheiro permanente de bolo quase queimado. A diferença? Agora tinha ainda mais vida, mais som, mais cor. Mais bagunça que qualquer arquiteto toleraria, mas também mais amor do que qualquer projeto de revista conseguiria transmitir.
Joaquim — que antes era um bebê ranzinza e bochechudo — agora era um furacão de quatro anos que acreditava piamente ser um cavaleiro Jedi.