Era véspera do Dia dos Namorados. E Valentina, com o coração agitado como festa junina, decidiu que não deixaria a data passar em branco. Depois de tantos tropeços — do match mais aleatório da história dos aplicativos, dos dias cheios de fraldas, gatos possessivos e crises existenciais com sabor de mamadeira — ela achava que mereciam mais que um “te amo” sussurrado entre um bocejo e um “cadê a chupeta do Joaquim?”.
Eles mereciam um momento digno de final de comédia romântica: com trilha sonora,