Axel
Kimberly dormia ao meu lado, o lençol sobre o seu corpo, mas revelando a curva do seu ombro, a linha graciosa do pescoço onde, horas antes, meus lábios haviam deixado marcas rosadas. Seu rosto, finalmente em paz, não demonstrava nenhum traço da tensão que normalmente apertava sua testa, nenhum sinal daquela defesa constante que ela carregava como armadura.
Fiquei ali, imóvel, observando o ritmo calmo de sua respiração. Meu peito doía de uma forma estranha, como se meu coração tivesse cre