— Obrigada…
Amara lançou um olhar para Théo, que agora dormia profundamente em seus braços, o rosto sereno e completamente alheio ao mundo. Em seguida, ergueu os olhos para o homem sentado à sua frente — o verdadeiro “apressado” daquela história — que ainda trabalhava como se nada ao redor tivesse importância.
Pitter analisava documentos com a habitual expressão calma e concentrada, como se estivesse ali apenas para fazer companhia ao pequeno. Amara conseguia entender a impaciência de Théo, mas