Tentou bater outra vez na porta do capo, mas outro doberman cravou os dentes em seu tornozelo e puxou.
Tank caiu e mal teve tempo de erguer os braços antes de ser atingido no peito. O ar pareceu ser arrancado dos pulmões o peso do animal, as patas pressionando suas costelas. Tudo parecia um pesadelo sem fim.
Já nem sentia a perna que o outro cão sacudia de um lado para o outro, mas reagiu no instinto. Segurou o focinho da cadela, os dentes cravados nas suas mãos, o sangue pingando quente em seu