Narrado por Sara
A música alta mal deixava a gente pensar, mas mesmo assim, ali no meio daquela mansão barulhenta e cheia de gente bonita e metida, eu me sentia… leve. Estranhamente leve. A Luna era diferente do que eu imaginava — autêntica, direta e completamente doida. E eu adorei isso.
Ela me puxou pelo braço como se já fôssemos melhores amigas há séculos.
— Hoje você vai beber, Sara! — ela disse, me enfiando um copo na mão com aquele brilho sapeca nos olhos.
— Já faz tempo que não bebo