Sara
Vinícius, sem ter escolha, segurou a minha nuca com uma mão e a cintura com a outra, me puxando para um beijo daqueles que fariam qualquer roteiro de novela parecer morno. Nossas línguas se encontraram com vontade, e eu já estava em chamas.
— Ei, vamos com calma... — ele murmurou.
— Não. Cadê seu carro?
Eu já puxava o cinto da calça dele com urgência.
— Ele está ali. O que deu em você?
— Vamos, abre.
— Pronto, abri...
— Agora entra e senta.
Ele sentou no banco da frente. Eu, de vestido, ti