Narração: Sara
O sol brilhava forte, as crianças gritavam no quintal, o cheiro de carne queimando impregnava no ar... e o drama estava só começando.
Luna foi a primeira a me acertar com a língua afiada de sempre:
— Ah... não acredito, você não mudou nada...
Antes que eu conseguisse respirar, já estava esmagada nos braços dela. A saudade bateu tão forte que doeu.
— E você também! Vem aqui, que saudades... — consegui responder, mesmo quase sufocada.
Leandro, com seu jeito de anfitrião desajeitado