O sol despontava timidamente sobre as colinas da Toscana, tingindo os vinhedos com tons dourados e alaranjados. O vento trazia o aroma doce das uvas maduras, misturado com o cheiro do pão fresco que chegava da padaria do vilarejo. Montevino acordava como sempre: com suavidade, memória e história. Mas, agora, a vinícola não era apenas o lar de Victor e Sofia, e nem mesmo de seus filhos e netos. Era o refúgio e o ponto de partida da nova geração — os bisnetos que começavam a escrever seus próprio