- Espera!
Rafael exclamou e senti sua mão agarrar meu braço com insistência, obrigando me a parar. Ofeguei em surpresa e ao me virar, vi seu olhar frio, porem determinado. Eu não podia acreditar que aquilo estava acontecendo de novo. Tentei me soltar de seu aperto, mas dessa vez ele não me deixou ir. Sua mão estava firme e minhas tentativas de me libertar fizeram meu braço doer. Podia sentir sua frustração, o fato de não ceder às suas exigências o estavam enlouquecendo.
Essa atitude, porém, e