197. MÉDICA OU ESPOSA?
LILIAN:
Alessandro me observa com incredulidade e fúria contida. Tenta me afastar, mas minha determinação de aprender, embora descabida, é mais forte. Sua expressão endurecida, aqueles olhos flamejantes como carvão ardente, são suficientes para que qualquer pessoa normal recue. Mas eu, obviamente, não sou uma pessoa normal.
—Lili… —ele me chama agora com seu rosto um pouco diferente e arfando de forma mais séria. Mas continuo minha investigação sem prestar atenção. —¡Lilian, basta!
Eu só rio, porque sei que, no fundo, ele não está tão irritado quanto parece. Não seria o Alessandro que conheço se cedesse facilmente, e isso, por alguma razão estranha, me diverte mais.
—¡Não, não vou parar! —lhe respondo desafiadora, soltando uma gargalhada—. O que você pensa? Que eu vou deixar isso incompleto? Se não for você, então me diga quem vai me ensinar.
Estico-a, abaixo o prepúcio, olho o seu orifício e por último passo a língua pelo seu glande. E noto como todo seu corpo se contrai