198. CADA VEZ MAIS PERTO

LILIAN:

E sem mais, Alessandro gira comigo na banheira, me colocando por baixo, e eu o vejo com a intenção de começar de novo. Estou ciente de que se eu deixar, não vou escapar; vejo isso claramente em seu olhar. Aquela peladinha que ele tem não vai detê-lo. Solto uma gargalhada enquanto tento escapar.

—Solta, solta, não quero. Você não pode assim agora, não quero desfrutar sozinha. Deixa que eu te cure isso —insisto enquanto me debato em seus braços—. Não queremos que aconteça algo sério com seu instrumento principal. Você deveria ter se curado desde que te machuquei. Verá que a inflação vai diminuir; vou te contar enquanto te curo, o que farei na noite de lua de mel.

Ele torce o rosto quando começo a lavá-lo bem. Depois aceita minha sugestão de que nós nos banhemos e que eu conte. Adiciona que está com fome e que os meninos prepararam um jantar para nós que não podemos deixar esfriar.

—Conte-me o que você pensa fazer? —pergunta, deixando que eu o cure—. E tenha cuidado, es
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