O som da porta se abrindo ainda ecoava nos meus ouvidos quando tudo à minha volta pareceu congelar. A suíte era ampla demais, silenciosa demais, eu não o via ainda, mas ouvia seus passos firmes, com passados, como os de alguém que não pedia licença para existir.
Cada passo soava como uma sentença, o chão de mármore parecia amplificar o som das solas dos sapatos dele, e eu quase podia senti-lo se aproximando mesmo sem vê-lo ainda.
Minha respiração ficou curta e o meu corpo inteiro arrepiou.
Fiqu